sábado, 9 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
UFO
Hoje assisti um filme que me intrigou completamente, The Fourth Kind. Sempre temi coisas desconhecidas, coisas que ninguém nunca provou, ainda mais alienígenas ou qualquer nome que eles tenham. Nunca imaginei o que eu assisti hoje. Foi tudo tão real, pelo fato de ter sido gravações reais, e me perguntei: será que Deus é a única força superior a nós?
Percebi que nós, humanos, somos uma das raças mais inferiores do mundo, sendo que nos sentimos tão superiores, tão sábios. Em uma das gravações, mostra uma voz de fonte desconhecida afirmando ser Deus, e o que a psicologa Abigail Tyler falou, me fez pensar e temer também. A voz falou primeiramente para a Abigail: "Não precisa rezar, somos os salvadores". E em outra gravação, na qual Abigail teve que fazer contato com os alienígenas via hipnose (única forma para pedir sua filha, já que há tanta gente ignorante para não acreditar em coisas "sobrenaturais") para então pedir a filha de volta, após a criança supostamente ter sido abduzida, a voz fala: "Ela é minha. Eu sou... Deus." Na entrevista, ela fala que há seres superiores a nós, e estes tentam fingir ser Deus (pelo fato de saberem ser superior aos humanos e nos fazerem de ratos de laboratório) mas não podem ser, já que Deus deve ser algo que não nos destrua. E isso me fez questionar: será que Deus realmente é bom? Prefiro acreditar que sim, porque se não, não haverá esperança alguma nos humanos.
Os humanos deviam parar de ser ignorantes e abrir a mente para conhecer algo que não conhecemos, algo que não possamos imaginar. Sempre disse não acreditar em coisas sobrenaturais, mas porque temo tanto, já que agora não tenho coragem de ir dormir de noite, sozinha? Todos nós temos medo daquilo que nos é estranho, isso é fato. A partir de hoje, não acredito no ditado popular que diz: "Só acredito vendo".
Percebi que nós, humanos, somos uma das raças mais inferiores do mundo, sendo que nos sentimos tão superiores, tão sábios. Em uma das gravações, mostra uma voz de fonte desconhecida afirmando ser Deus, e o que a psicologa Abigail Tyler falou, me fez pensar e temer também. A voz falou primeiramente para a Abigail: "Não precisa rezar, somos os salvadores". E em outra gravação, na qual Abigail teve que fazer contato com os alienígenas via hipnose (única forma para pedir sua filha, já que há tanta gente ignorante para não acreditar em coisas "sobrenaturais") para então pedir a filha de volta, após a criança supostamente ter sido abduzida, a voz fala: "Ela é minha. Eu sou... Deus." Na entrevista, ela fala que há seres superiores a nós, e estes tentam fingir ser Deus (pelo fato de saberem ser superior aos humanos e nos fazerem de ratos de laboratório) mas não podem ser, já que Deus deve ser algo que não nos destrua. E isso me fez questionar: será que Deus realmente é bom? Prefiro acreditar que sim, porque se não, não haverá esperança alguma nos humanos.
Os humanos deviam parar de ser ignorantes e abrir a mente para conhecer algo que não conhecemos, algo que não possamos imaginar. Sempre disse não acreditar em coisas sobrenaturais, mas porque temo tanto, já que agora não tenho coragem de ir dormir de noite, sozinha? Todos nós temos medo daquilo que nos é estranho, isso é fato. A partir de hoje, não acredito no ditado popular que diz: "Só acredito vendo".
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Fechando a caixa de pandora
Há dois dias eu percebi que você não melhora minha vida em nada e que sou mais feliz sem ter que pensar em estar contigo. Por isso, minha vida continuará com ou sem você, mas não do jeito em que te levava comigo, ou imaginava levar. Estou descobrindo novos caminhos a seguir e quando vi o pôr-do-sol na praia, percebi que a vida continua linda sem você.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Old times are coming...
Tem algum tempo em que, nem ao menos piso por aqui. Resolvi hoje reler o que havia escrito meses atrás. Muita coisa mudou. Faltando agora cinquenta dias para minha volta ao Brasil, depois de oito meses, me vem um medo de tentar imaginar como será ter minha vida antiga novamente. Tenho medo da minha convivência familiar, dos meus futuros passos pra faculdade, de mudanças entre amigos. Nada mudou, mas o nada sempre acaba mudando. Tenho medo de desenterrar minhas emoções antigas, tenho ansiedade em tê-las novamente. Sempre achei que não fosse tímida, mas vejo que sou, e muito. Irei perdê-la, por bem ou mal, com vergonha ou não, não irei mais a ver as "congeladas" na qual convivo por agora. Irei fazer por onde por minhas vontades em prática. Sempre há óleo de peroba disponível para cara de pau. Dúvidas, para que elas existem? A que penetra minha cabeça agora, será a maior prova de confiança que uma pessoa pode passar. Acredite, se a prova for de "correção verde", posso por minha mão no fogo para os integrantes da dúvida, se bem que já devo os meus pés a eles. Enfim...
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
"E agora...
que faço eu da vida sem você, você não me ensinou a te esquecer, você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando te encontrar, buscando em outros braços seus abraços, perdida no vazio de outros passos e do abismo em que você se retirou e me atirou e me deixou aqui sozinha. Você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando me encontrar".
domingo, 12 de outubro de 2008
Temporalidade
Sabe aqueles momentos na qual ficam por alguns minutos e parecem ter durado a vida toda? Pois bem, minha vida é cheia deles. O incrível é que parece que eu mesma os crio. Masoquismo segundo Silveira Bueno significa "desvio mental que consiste em sentir prazer com a dor", mas não é prazer, é uma necessidade de sofrer por algo que não exista, necessidade por ter aqueles momentos melancólicos fumando um Marlboro. É inexplicável como me sinto assim, talvez Freud pudesse dar algum diagnóstico. Cá estou, sentada em um quarto criando tal melancolia. Mas amanhã isso parecerá nem ter ao menos existido, afinal, zumbis sempre ressucitam e um novo dia sempre surge. Ainda me pergunto, quem irá transformar este meu coração estúpido, na qual cria tais sombras à noite com um fim tão amargo. Tanto faz, mesmo na luz há sombras, então, talvez eu me acostume a viver com elas impregnadas em minha alma, ou como você queira chamar. O tempo sempre trás o necessário para desvanecer essas núvens, núvens e núvens, trazendo então, o sol.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Insensível sensível
Ao acordar o sono ainda permanecia nas pálpebras, o corpo vagaroso recupera-se após uma corrente de água gélida a escorrer o corpo ainda quente devido as cobertas que lhe aqueciam. Tudo na mais diária rotina, até chegar à sala de aula. A tristeza consome o corpo, sem explicações, e aí volta os tais pensamentos, os tais arrependimentos, se pudesse voltar ao tempo... Nem a insensibilidade resiste à mais profunda vontade de desabar, as lágrimas correm copiosamente ao rosto alvo. Os olhos verdes, agora lacrimosos, procuram onde se esconder, ou achar alguém para atrair a atenção, alguém para dividir tal angústia. Por sorte amigos encontro na sala, e são aqueles que mesmo não compreendendo a gravidade da situação, procuram nos apoiar, incondicional a qualquer coisa. E estes que enxugam tais lágrimas, são aqueles na qual fazem surgir um sorriso, dissipando por algum instante a tribulação existente. Ao voltar para o lar doce lar, descobre-se a passagem para o inferno. Insultos, são apenas palavras, mas que trazem tanto rancor. Gostaria de saber quem as criou, porque há dois lados nisso: o alívio e a dor. O incrível é que ao passar das horas, quem age parece ter esquecido do que ultrajou, e a ter esquecido da palavra em que me educou a falar: desculpe, eu errei. Preciso de um cigarro agora ouvindo Portishead, talvez assim adormeça e passe a viver, mesmo que por um breve momento, a vida do subconsciente. Provavelmente ela será melhor que a real. Saudades agora de quem já foi... Pai, gostaria que você estivesse aqui agora. Lágrimas sensíveis percorrem o rosto da inexorável, novamente.
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